sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A saga do Cartão do Cidadão

desde o momento em que entrei até ser atendida levei, sem qualquer exagero, 15 segundos! levei muito mais tempo a dar com o raio do edifício.

É bom morar no campo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

aqui

as pessoas olham-te para ver se te reconhecem.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

há 7 dias na nova terra

e 2 impressões confirmadas em todos eles:

#1 - há moscas p'ra caraças!!!
#2 - os dias amanhecem cinzentos.

E para já é isto.

sábado, 29 de agosto de 2009

Mudei de casa e não comecei com o pé direito:

às duas da manhã tinha o meu vizinho de baixo a dizer que se ouve tudo lá para baixo e que eles até gostavam de dormir (mas num tom menos simpático).

terça-feira, 4 de agosto de 2009

graças ao Facebook

descubro que há muita gente que ainda não sabia que me vou embora de lisboa no final do mês.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

segunda-feira, 20 de julho de 2009

senilidade

passo pela bancada da cozinha e vejo uma revista aberta. Volto para trás para continuar a ler onde tinha parado há 5 minutos. A meio há qualquer coisa que me faz lembrar ed ir ao escritório, o que faço imediatamente. Quando volto passo pelo meu quarto onde está outra revista aberta, continuo a ler um artigo que deixara a meio. Até que alguma palavra me leva até para a casa de banho onde, surpresa!, está outra revista aberta com um artigo que deixara também a meio!

E ando nisto até conseguir finalmente acabar de ler um artigo completo e me aperceber disso mesmo!

Se calhar umas feriazinhas, não?

quinta-feira, 16 de julho de 2009

plamor da santa!

são 8 e pouco da manhã e a cama ainda se reflecte em cada ponta de mim, com o calor e as rugas do banho ainda impressas na pele, imune ao chuveiro e ao café.

e de repente passa-nos pela uma frente uma gaja de calções bem curtos e pernas bem feitas (toda ela muito alta e magra), top, cinto, echarpe e óculos escuros, um ar fresco... e a feminilidade que se preparava para instalar em mim escafedeu-se naquele preciso instante!

e ainda não a recuperei.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

falta de ar

ainda me falta o ar quando penso nas mudanças que aí vêm.

mas depois penso no quanto quero uma vinha e um alpendre e um pequeno pomar e talvez uma pequena horta e sem dúvida sofás espalhados e projecções ao ar livre nas noites de verão e o calor sem sombras e o cheiro da terra molhada e o cheiro da primavera e o som dos pássaros e das árvores e do nada.

e penso no projecto que quero montar, no que tenho de fazer por isso, e a falta de ar desaparece.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

JP Simões

desperta o que de melhor e mais lânguido há em mim.

falta assim tanto para 6 de Agosto?

terça-feira, 2 de junho de 2009

"e em setembro já cá não estou"

o sorriso a esmorecer. o "cum catano" repetido inúmeras vezes. o "cortes" no msn.

hoje passo pelo seu gabinete e saúda-me com um "dou-te mais um mês. daqui a um mês falamos outra vez!". Ao meu "já aluguei casa" esmoreceu o sorriso e a atitude.

Quer parecer-me que reacção só veio hoje.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

apaixonada

por esta música



pela voz de JP Simões

sábado, 18 de abril de 2009

quando tem de ser é

anda uma gaja a passar as passinhas do algarve, a ganhar a força de vontade, a desencantar razões, a simular respostas e diálogos, a definir graus de dramatismo para depois chegar a hora h e... ok, o problema nem reside na hora h porque esta se cumpre no objectivo (ainda que nem sempre na forma). A grande questão é que a opção é tomada, as tripas feitas coração para depois tudo voltar a um ponto próximo da partida (por muitas léguas de distância que possam separar as situações).

Porque quando tem de ser... é.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

a vida continua

inexoravelmente. dia após dia avançamos mais um bocadinho mesmo que nos pareça que andamos para trás ou para os lado ou para uma frente que não a desejada.

ela avança e passa fazendo das nossas terríveis dores e medos e anseios e dúvidas nada mais que meras recordações.

é engraçado isto de ser espectador da nossa própria vida. e não é porque não a estejamos a conduzir, é apenas porque a única coisa que vamos guiando é o nosso corpo por um sem fim de amores e desamores, desejos e convicções. tudo o que nos faz e transforma mas que somos nós e não a nossa vida. essa é independente das nossas vontades e vai-se apresentando entre curvas e contra-curvas, longas rectas e complicados cruzamentos.

recheada de outras pessoas.

com outras vontades e desejos e convicções e amores, que são a sua pessoa, mas que está longe de andar numa estrada só sua.

e nos choques frontais, que acontecem a toda hora, contabilizam-se as vítimas graves, ligeiras e mortais. avaliam-se os danos e sustos. deitam-se contas à tal da vida que nos levou ali, ao embate. às vezes acontece sairmos coxos, e julgamos ser impossível voltar a andar dessa forma automática e ligeira a que nos habituámos.

então de repente, quando damos por nós, há muitos km's que temos vindo a andar normalmente. porque andamos mesmo. e seguimos em frente. coxos ou não.

segunda-feira, 30 de março de 2009

quase meia noite

tenho uma cama demasiado grande para mim.

não desgosto.

na altura em que durmo, pelo menos.